sábado, 18 de outubro de 2008

demografia luna

Grande Mesquita de Ouakam
Grande Mesquita de Ouakam

Senegal tem uma grande variedade de grupos étnicos. O francês é a língua oficial mas só é utilizada de forma corrente por uma minoria. Os Wolof representam o 43% da população, seguidos pelos fulaní (24%), Serer (15%), Jola (4%), Mandingos (3%), junto a outras pequenas comunidades. Uns 50.000 europeus, majoritariamente franceses, residem no país, junto com uma minoria libanesa, nas cidades.

O 94% dos senegales são muçulmanos, sendo os animistas só um 1%. O 30% da população é urbana. A parte oriental do país está quase deserta.

A medicina tradicional é legal, sendo praticada pelos Serins ou Marabús, destacando-se o grande

economia luna

Vendedores de rua
Vendedores de rua

Em janeiro de 1994 o Senegal adotou um profundo programa de reforma econômica com o apoio da comunidade de doadores internacionais. Esta reforma começou com uma desvalorização em 50% da moeda senegalesa, o Franco CFA, que era mantido a uma taxa de câmbio fixa em relação ao franco francês. Os controles de preços do governo e os subsídios foram desmantelados. Após disto, o país teve uma grande mudança graças a este programa de reformas, com o PIB real crescendo a médias superiores a 5% ao ano entre 1995 e 2004. A inflação anual foi reduzida para um dígito. Como Membro da União Econômica e Monetária do Oeste da África (WAEMU), o Senegal tem trabalhado pela integração econômica regional com uma tarifa externa única e uma política monetária mais estável. No entanto, o país ainda depende de doadores internacionais. Sob o programa do Fundo Monetário Internacional para a dívida dos países pobres, o Senegal se beneficiará da erradicação de dois terços de suas dívidas bilaterais, multilaterais, e do setor privado.

A pesca é o setor líder das exportações senegalesas. Suas receitas atingiram US$239 milhões em 2000. As operações de industrialização pesqueira lutam contra os altos custos, e o atum senegalês tem perdido o mercado francês para os competidores asiáticos, mais eficientes. As exportações de fosfato, o segundo produto da economia, têm permanecido estáveis, em torno de US$ 95 milhões anuais.


geografia-thainá

O país se encontra na costa atlântica de África, frente ao arquipélago de Cabo Verde e no que era a antiga África Ocidental Francesa. Senegal limita ao norte com Mauritânia, através do rio Senegal, ao este com Mali, ao sul com Guiné Bissau e Guiné e no meio do território senegalés, à altura do rio Gâmbia, Senegal rodeia a Gâmbia. Gâmbia separa às regiões de Cassamance (alta e baixa), com o resto de Senegal, a exceção da região do este, a qual tem capital em Tambacunda. O território senegalés se caracteriza por ter poucas elevações; unicamente na zona sudoeste, na fronteira com Mali, há alguma elevação mais importante.


subdivisões thainá

O Senegal está dividido em 11 regiões (em francês régions), note-se que as capitais regionais têm o mesmo nome que a região respectiva:

política-luna

O Islã, a religião dominante de Senegal, chegou primeiro a esta região no século XI. Dos reinos nativos, o império Jolof do século XIV foi o mais poderoso. Várias potências européias chegaram à área desde o século XV, até que França acabou controlando do que se tinha convertido num importante ponto de saída para o comércio de escravos.

Dakar se converteu na capital da colônia francesa de África Ocidental Francesa em 1902. Em janeiro de 1959, Senegal e o Sudão Francês se uniram para formar a Federação de Mali, a qual se voltou totalmente independente o 20 de junho de 1960, como resultado da independência e a transferência do poder, acordo assinado com França o 4 de abril de 1960. Devido a dificuldades políticas internas, a federação se dissolveu o 20 de agosto de 1960. Senegal e o Sudão Francês (renomeado como a República de Mali) proclamaram sua independência individualmente.

Senegal se uniu com Gâmbia para formar a confederação nominal de Senegambia em 1982. No entanto, a integração concebida dos dois países nunca se levou a cabo e a união foi dissolvida em 1989. Apesar das conversas de paz, um grupo separatista na região de Casamance chocou esporadicamente com as forças do governo desde 1982. Senegal tem uma longa história de participações na pacificação internacional.

tempos modernos-luna

Em 1962, o primeiro-ministro Mamadou Dia foi preso sob a acusação de tentar derrubar o presidente. O primeiro-ministro Mamadou Dia e seus correligionários foram julgados e condenados à prisão, em 1963. A partir daí, o Senegal adotou nova constiuição, dando ao presidente autoridade executiva. Em 1966, o primeiro Festival Internacional de Arte Negra foi realizado em Dacar. No início da década de 1970, a economia do Senegal foi grandemente prejudicada pela seca na parte oriental do país. Em 1978, Senghor foi reeleito presidente para mais um período de cinco anos, mas renunciou em 1981, sendo sucedido por Abdou Diouf. Em 1982, Senegal e Gâmbia projetaram uma confederação chamada Senegâmbia, para estreitar os laços econômicos e unir suas forças armadas e segurança pública.

Independência-Luna Thaylla

Em 1946, o Senegal tornou-se um território da União Francesa e elegeu dois deputados para a Assembléia Nacional Francesa. O Senegal tornou-se uma república autônoma dentro da Comunidade Francesa em 1958. O Senegal e o Sudão Francês (atualmente Mali) formaram a Federação do Mali em 1959. A independência do Mali foi proclamada em 1960. O Senegal deixou de ser membro da federação para se tornar um país independente, em 1960. Léopold Sédar Senghor foi o primeiro presidente a tomar posse.